sexta-feira, 20 de março de 2026
CELULAR DA PORNOGRAFIA INFANTIL NO RECANTO DAS EMAS “BOCA DO INFERNO”
FOTOS DOS SITES DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br E DA
POLÍCIA FEDERAL (PF): www.pf.gov.br
A 27ª DP apreendeu, na manhã
dessa sexta-feira, (20/03), um telefone celular da pornografia infantil no
Recanto das Emas “Boca do Inferno” (FOTOS). O aparelho foi recolhido, na
Operação Última Conexão, pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Houve o
apoio da Seção de Atendimento à Mulher (SAM) da 27ª DP. Os agentes contaram também,
com o apoio Polícia Civil do Estado de Alagoas e integrada por intermédio do
Núcleo de Planejamento Operacional. A Operação Última Conexão (FOTOS) foi composta também, pela Delegacia Regional de São Miguel dos Campos e
da Coordenação de Homicídios do Interior. O objetivo foi de cumprir mandados de
busca e apreensão contra, um homem (FOTOS). Esse meliante é investigado,
pelos crimes de estupro de vulnerável na modalidade virtual, produção e armazenamento
de pornografia infantil (FOTOS).
As investigações foram conduzidas, pela 27ª DP e tiveram início,
após a comunicação formalizada, pela genitora de uma adolescente de 12 anos de
idade. A vítima e a sua mãe residem no Recanto das Emas, “Boca do Inferno”. Essa
menina vinha apresentando, um comportamento atípico, com tristeza profunda e
isolamento. O episódio levou, os pais da mocinha, a verificarem seu aparelho
celular.
Descobriu-se uma conversa no aplicativo WhatsApp, com um número de
telefone de Alagoas e o criminoso ameaçava de divulgação de suposto material
íntimo e coagia, a menor. O pedófilo virtual exigia, que a menina produzisse e enviar vídeos e fotografias de conteúdo
pornográfico. O pedófilo de Alagoas exigindo cenas de masturbação e atos
sexuais explícitos. O Cine Prive Infantil era produzido, uma escalada criminosa e evoluiu, para
videochamadas ao vivo.
As diligências investigativas lograram, o êxito em identificar, o
titular do referido aparelho telefônico e tratando-se de um homem natural de
Alagoas. Esse produtor de pornografia infantil, já tem uma extensa rede de
familiares e contatos no estado. O aprofundamento das investigações revelou,
que o meliante utilizava, uma sofisticada estrutura de ocultação.
A Operação Última Conexão descobriu, que o pedófilo virtual valia-se
de cadastros “laranjas” e de familiares para dificultar seu rastreamento. O objetivo
desse criminoso era incluir, a utilização de múltiplas chaves PIX em nome de
terceiros, criadas e excluídas em um padrão característico de transações
financeiras ilícitas.
A Operação Última Conexão realizada, nos endereços vinculados ao
investigado e a sua família em Maceió e Boca da Mata/AL. Durante o cumprimento
foi apreendido, um dos aparelhos celulares efetivamente utilizados na prática
dos crimes contra a criança do Distrito Federal. O equipamento será encaminhado
ao Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal para a
realização de perícia técnica aprofundada, com o objetivo de extrair dados,
localizar o material pornográfico produzido pela vítima, identificar outras
possíveis vítimas e avançar nas investigações sobre a rede criminosa.
A ação conjunta entre as Polícias Civis do Distrito Federal e de
Alagoas demonstra, o compromisso das instituições, com a proteção de crianças e
adolescentes. Tudo isso independentemente das fronteiras estaduais, e com a
repressão qualificada aos crimes de violência sexual. Eles foram praticados
contra, esse público vulnerável. As investigações prosseguem visando à completa
elucidação dos fatos e à identificação de todos os envolvidos.
O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger
alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a
praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o
estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.
Já o artigo 241 do
Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por
qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena
de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A
pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.
Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só
lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em
regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia
nenhuma e que ele morresse vendo, o sol nascer quadrado, pra ficar esperto.
A 27ª DP e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), não me passaram,
o nome e nem a foto desse produtor e armazenador de pornografia infantil do
Recanto das Emas, “Boca do Inferno”.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
quarta-feira, 18 de março de 2026
FORÇA INTEGRADA ENFRENTA O CRIME ORGANIZADO 15 ESTADOS BRASILEIROS E EM BRASÍLIA
FOTO DO SITE DA POLÍCIA FEDERAL (PF): www.pf.gov.br
Uma Força Tarefa enfrentou, o
crime organizado, em 15 Estados brasileiros e no Distrito Federal, na manhã dessa
quarta-feira, (18/03) (FOTO). A operação foi batizada de Forças
Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCO). Essa ação da Segurança Pública foi
para, o combate ao tráfico de drogas e de armas, à atuação de facções
criminosas, lavagem de dinheiro, entre outros crimes. Foram cumpridos 180
mandados de busca e apreensão e 112 mandados de prisão. A Força Tarefa
aconteceu, nos estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará e Minas Gerais.
Essa Força Tarefa agiu também, em: São Paulo, Espírito Santo, Goiás, Maranhão,
Pará, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe. Em 2025, as FICCOs
realizaram 246 operações. Foram cumpridos, mais de 2000 mandados de busca e
apreensão e mais de 1500 mandados de prisão.
As FICCOs foram criadas com base no conceito de força-tarefa. Elas têm
como objetivo fortalecer, o enfrentamento, às organizações criminosas e por
meio da integração entre instituições de Segurança Pública. Participam da
iniciativa polícias civis, militares e penais, guardas municipais. A operação
contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, SENAPPEN e secretarias de
segurança pública estaduais. Foi uma atuação conjunta e coordenada pela Polícia
Federal, sem hierarquia, entre as instituições participantes.
As FICCOs estão presentes em todos os estados da federação e no
Distrito Federal. Atualmente 39 unidades atuam, em diferentes localidades do
país. Operação Dry Fall. Ação contra organização criminosa com vínculos ao
Comando Vermelho (CV), envolvida com tráfico de drogas e crimes violentos
associados à disputa territorial no interior paulista. Estão sendo cumpridos 34
mandados de busca e apreensão e 37 mandados de prisão temporária, além do
sequestro e bloqueio de mais de 100 contas bancárias, com valores que podem
chegar a R$ 70 milhões.
Ação contra grupo envolvido com tráfico
de drogas e armas, roubos de cargas e lavagem de dinheiro. Essa atuação foi no Sertão de Pernambuco. Foram
cumpridos: 49 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de prisão temporária.
Houve ainda, o bloqueio de ativos financeiros de até R$ 05 milhões e restrições
sobre imóveis e veículos.
A Operação Ictio é uma ação contra, uma organização criminosa
dedicada ao tráfico de cocaína e crack em larga escala na Grande São Luís do
Maranhão. Houve ainda, a lavagem de capitais, por meio de empresas fantasmas e
bens registrados, em nome de terceiros. Foram cumpridos 30 mandados de busca e
apreensão e 07 mandados de prisão temporária.
O combate ao crime organizado
estendeu-se, para as seguintes regiões do Brasil: Maranhão, Ceará e Espírito
Santo. Houve também, o bloqueio financeiro de R$ 297 milhões e sequestro de
imóveis, veículos de luxo, maquinário pesado e arma de fogo.
FICCO/RS – PORTO
ALEGREl/RS
Operação Célula Oculta. Ação para desarticular grupo envolvido com
tráfico de drogas na Serra Gaúcha e no Vale do Rio dos Sinos. Estão sendo
cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e 11 mandados de prisão preventiva
em sete municípios do estado.
FICCO/BA – SALVADOR/BA
Operação Epílogo. Ação conjunta com o Comando de Policiamento da
Região Leste da Polícia Militar da Bahia (CPR-L/PMBA). A 1ª Coordenadoria
Regional de Polícia do Interior (1ª COORPIN/PCBA) para combater, o tráfico de
drogas e organizações criminosas. Foram cumpridos, 08 mandados de busca e
apreensão e 07 mandados de prisão.
FICCO/ES – VITÓRIA/ES
Operação Turquia II. Ação voltada à desarticulação de grupo
investigado, por desvio e revenda de entorpecentes apreendidos. Estão sendo
cumpridos 3 mandados de busca e apreensão, 5 mandados de prisão temporária e 1
mandado de afastamento de função pública.
FICCO/AM – MANAUS/AM
Operação Rastreio. Apura grupo dedicado ao tráfico de drogas por
meio do Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes. Estão
sendo cumpridos 04 mandados de busca e apreensão e 04 mandados de prisão
preventiva em Manaus.
FICCO/AL – MACEIÓ/AL
Operação Última Fatia. Combate grupo envolvido com tráfico de
drogas que utilizava uma pizzaria de fachada para ocultar atividades ilícitas.
Estão sendo cumpridos 05 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de
quebra de sigilo de dados telemáticos. As diligências ocorrem no município de
Satuba, região metropolitana de Maceió.
FICCO/GO – GOIÂNIA/GO
Operação Corrosão II. Continuidade das ações contra grupo envolvido
com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Estão sendo cumpridos 4 mandados
de prisão preventiva nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul e Maranhão.
FICCO/PA – BELÉM/PA
Operações Covil II – COP (4ª fase) e Custus Legis. A Operação Covil
II cumpre 02 mandados de prisão preventiva e 02 de busca e apreensão contra
integrantes do Comando Vermelho no Pará. A Operação Custus Legis cumpre mandado
de busca e apreensão e determina o uso de tornozeleira eletrônica por
ex-servidora do Tribunal de Justiça do Pará investigada por colaboração com
organização criminosa.
FICCO/SE – ARACAJU/SE
Operação Guardiões de Fogo. Voltada ao combate ao tráfico de armas
de fogo e munições. Foram cumpridos 02 mandados de busca e apreensão nos
municípios de Aracaju e Itaporanga D’Ajuda.
FICCO/AP – MACAPÁ/AP
Operação Invasor. Apura a subtração de equipamento de informática
pertencente, a assessor de senador da República, pelo estado do Amapá. Está
sendo cumprido 1 mandado de busca e apreensão, com recuperação do equipamento.
As diligências seguem para identificação do responsável.
FICCO/PR – FOZ
DO IGUAÇU/PR
Operação Blue Sky nas cidades de Céu Azul/PR, Cascavel/PR, Vera
Cruz do Oeste/PR, Matelândia/PR e Foz do Iguaçu/PR. Foram cumpridos 23 mandados
de busca e apreensão domiciliar e nove de prisão preventiva. Tem por objetivo
desarticular uma organização criminosa com vínculos operacionais ao Primeiro Comando
da Capital (PCC) dedica, a prática de crimes violentos no contexto de disputa
territorial no interior paranaense.
FICCO/MG – BELO
HORIZONTE/MG
Operação Terminus. No primeiro dia da Operação Terminus, foi
localizado e preso em Sete Lagoas/MG um indivíduo que se encontrava foragido,
condenado há mais de 8 anos de reclusão em regime fechado, pelo crime de
tráfico de drogas. Demais ações de captura continuarão a ser executadas ao
longo de toda a semana.
FICCO/CE – FORTALEZA/CE
Operação Contenção. Captura de autores de crimes violentos, cuja
atuação reiterada representava risco concreto à ordem pública e à segurança
coletiva. A operação cumpre 10 mandados de prisão.
Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido
leitor:
_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais
de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil
de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as
do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e
gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que
existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho”
de verdade no Brasil.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
terça-feira, 17 de março de 2026
POLÍCIA FEDERAL COMBATE PEDOFILIA VIRTUAL EM 17 ESTADOS BRASILEIROS
E EM BRASÍLIA
FOTOS DO SITE DA POLÍCIA FEDERAL (PF): www.pf.gov.br
A Polícia Federal (PF)
deflagrou, nessa terça-feira, (17/03), a Operação Guardião Digital, em 17 Estados
do Brasil e em Brasília (FOTOS). O objetivo foi de combater
crimes cibernéticos relacionados ao abuso sexual de crianças e de adolescentes.
Foram cumpridos 34 mandados de busca e apreensão. Até o momento, uma pessoa foi
presa em flagrante, pra ficar esperto. Foram cumpridos 34 mandados de busca e
apreensão, em todo o Brasil. A intenção foi identificar e para responsabilizar
criminosos. Os pedófilos atuam, principalmente na internet. Eles armazenam,
compartilham, produzem e comercializam, o material de abuso sexual
infanto-juvenil (FOTOS). Os mandados de busca e apreensão aconteceram,
nos Estados: AP – 01, AM – 01, BA – 02, DF- 01, ES – 03, GO – 02 e MG – 03. O
combate a Pedofilia Virtual estendeu-se, para outras regiões do país (FOTOS), como: MS – 01, MT – 01, PA
– 01, PB – 01, PR – 02, PE – 01, PI – 02
e RJ – 04. A Polícia Federal (PF) agiu também, em outros lugares do Brasil,
como: RN – 01, RO – 01, RS – 02 e SP – 04.
A Operação Guardião Digital integra, o esforço permanente da PF, no
enfrentamento a esse tipo de crime. Considera-se, uma das mais graves violações,
à dignidade de crianças e de adolescentes. A deflagração ocorre no mesmo dia,
em que entra em vigor a Lei nº 15.211/2025. Ela é conhecida, como Estatuto da
Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital). A Lei estabelece, novos
mecanismos de proteção de crianças e de adolescentes no ambiente virtual.
Entre as medidas previstas na legislação está, a criação do Centro
Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente. A estrutura será implementada,
no âmbito da Polícia Federal. A intenção
é receber comunicações de provedores de internet, sobre conteúdos, que violem a
dignidade sexual de crianças e de adolescentes.
NOMENCLATURA E ALERTA
Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e
do Adolescente. A comunidade
internacional adota preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças
e adolescentes”. Ou "violência sexual de crianças e adolescentes",
por refletirem com maior precisão, a gravidade desses crimes.
A Polícia Federal reforça, a importância da prevenção e orienta
pais e responsáveis, a acompanharem, o uso da internet, por crianças e por
adolescentes. É uma forma de reduzir riscos e de proteger, as possíveis
vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação. A
intenção é de que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas,
também são medidas importantes de proteção.
O Código Penal Brasileiro diz, lá no seu artigo 213: “Constranger
alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a
praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso: Ou seja, o
estupro é crime e a pena de reclusão é de 06 a 10 anos de cadeia”.
Já o artigo 241 do
Estatuto da Criança e do Adolescente diz: “adquirir, possuir ou armazenar, por
qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena
de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente é crime. A
pena de reclusão é de 01 a 04 anos de cadeia e multa”.
Xilindró nesses pedófilos de Brasília e do Brasil inteiro. Eu só lamento, o fato da pena ser de 01 a 04 anos e não de 10 a 40 anos de cadeia, em regime totalmente fechado. Sem redução de pena, nem cela especial, sem mordomia nenhuma e que eles morressem vendo, o sol nascer quadrado, pra ficarem espertos.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
segunda-feira, 16 de março de 2026
FOTO DO SITE DA POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL (PCDF): www.pcdf.df.gov.br
A Polícia Civil
do Distrito Federal (PCDF) deflagrou,
na manhã dessa segunda-feira,(16/03), a Operação Nexus Fractus (FOTO). O fato aconteceu, por meio da Delegacia de Repressão à Corrupção
(DRCOR). Ela é subordinada, ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime
Organizado (DECOR). Foram cumpridos, 03 mandados
de busca e apreensão. Tudo aconteceu, no âmbito de investigação que apura o
possível uso indevido de dados e informações constantes em bancos de dados
restritos de órgãos públicos. O nome da operação deriva das expressões latinas
“nexus” (conexão ou vínculo) e “fractus” (quebrado ou rompido). Ela faz
referência, à possível ruptura do vínculo de confiança no acesso e na
utilização de dados institucionais restritos.
A investigação teve início,
após denúncia anônima. Ela indicou que uma “empresa privada de investigação’
estaria realizando, um monitoramento de autoridades públicas, empresários e
outros cidadãos do Distrito Federal. Havia uma possível utilização irregular de dados
obtidos em sistemas restritos da administração pública.
No curso das diligências foram reunidos, elementos que indicam, um
policial civil aposentado. Esse funcionário público atualmente ocupa, um cargo
comissionado em uma empresa pública distrital e com acesso a bases de dados
institucionais. O tira dominava, inclusive aos sistemas da Polícia Civil do
Distrito Federal (PCDF) via Acordo de Cooperação Técnica. Esse homem teria
acessado informações cadastrais de empresários, policiais, jornalistas,
servidores púbicos de gabinetes de parlamentares dos legislativo distrital e
federal e do executivo local. O mesmo
esse policial civil fez, com pessoas e que têm, um vínculo de parentesco com as
personalidades citadas acima.
Segundo a investigação, tais consultas teriam sido utilizadas, para
fins particulares ainda não identificados e em benefício de empresa privada. Ela
é vinculada ao próprio investigado e essa hipótese está sendo apurada no âmbito
do inquérito policial.
Os mandados de busca e
apreensão têm como objetivo colher, novos elementos de prova. Identificar a
extensão dos acessos realizados, e o objetivo da utilização desses dados. Verificar
a eventual participação de outros envolvidos, nos crimes de violação de sigilo
funcional qualificado e de invasão de dispositivo de informático qualificado.
A operação reforça, o compromisso da Polícia Civil do Distrito
Federal (PCDF), com a proteção de dados institucionais e com o combate ao uso
indevido de informações públicas.
Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido
leitor:
_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais
de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil
de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as
do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e
gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que
existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho”
de verdade no Brasil.
FONTE DAS INFORMAÇÕES: www.pcdf.df.gov.br
sexta-feira, 13 de março de 2026
OPERAÇÃO BLACKBOARD: MINISTÉRIO PÚBLICO INVESTGA CRIME ORGANIZADO QUE DESVIOU MAIS DE R$ 46 MILHÕES DA EDUCAÇÃO
FOTO DO SITE DO MINISTÉRIO PÚBLÍCO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS
(MPDFT):
www.mpdft.mp.br/portal/
O Ministério
Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) deflagrou, nessa sexta-feira,
(13/03), a Operação Blackboard (FOTO). O objetivo foi o combati, a um crime organizado, que desviou de
mais de R$ 46 milhões da educação. A máfia cometia: crimes de corrupção, fraude
à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.
Esse esquema macabro desviou, mais de R$ 46 milhões da educação pública local.
Foram cumpridos, 31 mandados de busca e apreensão: 03 no Estado de São Paulo, 01 em Goiás, 01 em
Tocantins e os demais aqui no Distrito Federal.
A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao
Crime Organizado (GAECO). Ela apura crimes de corrupção, fraude à licitação,
peculato, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa. O esquema
articulado na Secretaria de Educação, que envolveu: a locação fraudulenta de
imóvel privado, localizado em um setor de motéis e para abrigar, uma escola
pública. Houve dispensa ilegal de licitação e superfaturamento do contrato.
A investigação aponta, a participação de agentes públicos com prerrogativa de foro. Há indícios de desvio de mais de R$ 46 milhões do orçamento da educação. Parte expressiva desses recursos é proveniente de emendas parlamentares e destinadas de forma irregular.
A operação contou com o apoio dos Gaecos dos Ministérios Públicos
dos Estados de São Paulo, de Goiás e de Tocantins, além do Departamento de
Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (DECOR/PCDF) e da Polícia Militar do
Estado de São Paulo.
O crime de furto é punido pelo artigo 155 da Lei nº 2.848 de 07 de
Dezembro de 1940 do Código Penal Brasileiro, que diz: ”Subtrair, para si ou
para outrem, coisa alheia móvel (furtar) é crime e a pena é de 01 a 04 anos de
cadeia e multa”. Xilindró pesado,
duro, rigoroso, nesses marginais e que eles apodreçam, lá, pra ficarem
espertos.
Eu só tenho, uma pergunta a fazer, pra você meu caro e querido
leitor:
_ “Desde quando, bandido assume, o que faz” ?
A verdade é que o Crime Organizado, em si é uma praga, que há mais
de 40 anos infelizmente instalou-se, no seio da sociedade brasileira e difícil
de ser destruído, mas não impossível. Basta, as autoridades, principalmente as
do Congresso Nacional fazerem, leis mais duras, rigorosas e sem brechas, para
passar, a mão na cabeça de criminoso nenhum e não poupar máfia nenhuma.
Passou da hora dos bandidos do Brasil, de uma branco, de terno e
gravada sentirem, o “peso das mãos da Lei e da Justiça”. Isso, é, se é que
existe Justiça forma geral, ou seja “marginais pés de chinelo ou do colarinho”
de verdade no Brasil.
FONTE DAS INFORMAÇÕES:
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